A Academia premiou com um Oscar de "Melhor Filme Estrangeiro" o panfleto doutrinário "Ainda Estou Aqui", bancado pelo dono do Banco Itaú Walter Moreira Salles, sujeito com boas relações familiares junto aos globalistas internacionais.
A conveniente e seletiva estupidez esquerdista, entretanto, ordenou que seus súditos - digo, militantes - fingissem que sequer repararam o detalhe de que tal prêmio, de uma Academia que há muito perdeu moral e prestígio, em nada endossa supostas qualidades da obra filmada. A intenção, ao premiá-lo, foi apenas uma birrenta e infantil tentativa de mostrar para o Presidente norte-americano, Donald Trump, que "a Academia apoia ditaduras de esquerda", algo como "nós, a elite, apoiamos a esquerda".
Pouco se lixa a esquerda comuno-p3do-narco-globalista de Hollywood para o filme em si, tanto que a pífia, envelhecida e anoréxica Fernanda Torres nada ganhou (e ela é, na verdade, uma boa atriz). Mas quem é Fernanda na fila do pão? Se ela ganhasse o Oscar, como anunciar tal acontecimento de modo a associar sua ideologia ao fato?
Já ao premiar o filme, tudo é mais fácil: "Filme progressista ganha Oscar e mostra uma Academia renovada". Que tal? É uma manchete aos moldes do O Globo, CNN, UOL e tantos outros.
Mas a esquerda finge que não sabe disso e nós - conservadores e ignorantes - realmente, não percebemos. E esta nossa notória ignorância nos impede de enxergar a verdade das coisas, as cruas intenções por detrás dos acontecimentos e faz com que percamos tempo arrancando os cabelos por conta de tal efeméride, como fosse algo capital para nossa política.
Mais que infantil birra contra Trump, nossa ignorância dá uma vitória dupla ao engonço do banqueiro Moreira Salles: ela também afeta os conservadores os quais, na verdade, deveriam andar e obrar para isso.
Nota do autor: ao premiar um ator, empresta-se um personalismo ao ato. Já ao premiar um filme, podemos subentender que se premia - e se apoia - uma causa.
Walter Biancardine
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