Existem mulheres que usam o sexo como balança.
Medem por ali o que outros sentem ou pensam dela.
Normalmente acompanham maridos, namorados ou ficantes em seus passeios, gostos e hobbies.
Até gostam, eventualmente, das mesmas coisas.
E se não gostam, fingem gostar com perfeição.
Mas tudo precisa terminar na cama.
Se não termina, ela conclui o desamor ou desinteresse ou mesmo que ele tem outra.
Não há filtro que disfarce as intenções e pensamentos de uma mulher dançando ou fazendo qualquer coisa junto com seu homem apenas para o acompanhar. Por mais que ela também goste daquilo, é quase uma tolerância.
Ela precisa de cama.
É na cama que o mundo faz sentido pra ela.
É na cama que ela mede o amor.
Pior: mede principalmente o amor-próprio.
Mas vem a rotina do casal e as brigas aparecem.
E o homem não funciona como a mulher – não há como disfarçar o desânimo após discussões ou a sensação de ser um lixo.
Broxa, é o nome que se dá.
E essa mesma mulher, que julga o amor de seu homem por seu desejo conclui, feito um gênio, que ele não a deseja porque não a “procura”.
E nunca lembra das razões do “não-procurar”.
Mulheres assim costumam ser lindas e geniais.
Mas não enxergam a cova que elas mesmas cavaram.
Normalmente terminam com um imbecil, que mal alcança seus calcanhares.
Mas ele trepa todo dia.
Walter Biancardine
Medem por ali o que outros sentem ou pensam dela.
Normalmente acompanham maridos, namorados ou ficantes em seus passeios, gostos e hobbies.
Até gostam, eventualmente, das mesmas coisas.
E se não gostam, fingem gostar com perfeição.
Mas tudo precisa terminar na cama.
Se não termina, ela conclui o desamor ou desinteresse ou mesmo que ele tem outra.
Não há filtro que disfarce as intenções e pensamentos de uma mulher dançando ou fazendo qualquer coisa junto com seu homem apenas para o acompanhar. Por mais que ela também goste daquilo, é quase uma tolerância.
Ela precisa de cama.
É na cama que o mundo faz sentido pra ela.
É na cama que ela mede o amor.
Pior: mede principalmente o amor-próprio.
Mas vem a rotina do casal e as brigas aparecem.
E o homem não funciona como a mulher – não há como disfarçar o desânimo após discussões ou a sensação de ser um lixo.
Broxa, é o nome que se dá.
E essa mesma mulher, que julga o amor de seu homem por seu desejo conclui, feito um gênio, que ele não a deseja porque não a “procura”.
E nunca lembra das razões do “não-procurar”.
Mulheres assim costumam ser lindas e geniais.
Mas não enxergam a cova que elas mesmas cavaram.
Normalmente terminam com um imbecil, que mal alcança seus calcanhares.
Mas ele trepa todo dia.
Walter Biancardine






