A acusação de ser uma "seita" é claramente compreensível, quando analisamos aqueles que assim a enxergam: rústicos pitecantropos, que alçam ao xamanismo tudo aquilo que não alcançam ou compreendem - quase adorando um "deus-fogo" - e que ainda se atrevem a justificar tal apelido pela concordância unânime de seus alunos com os conceitos emitidos pelo mestre.
Olavo apenas disse o óbvio, que anos de atrofia incansável imposta pela mídia e pelo sistema de ensino nos impôs - e o óbvio, por vezes, é a ponta de nosso nariz: está lá, em nossa cara, mas não a enxergamos. E tal razão embasa a concordância de todos.
Quando a obviedade torna-se "seita", este é o sinal evidente de uma doença maior, que transforma a verdade em "ameaças anti-democráticas", a liberdade de expressão em "desinformação e fake news" e o livre-arbítrio em "nazi-fascismo opressor".
Aqueles que acusam Olavo de Carvalho de haver formado uma "seita" são os mesmos que temem perder seus cativos, manietados pela sua própria adoração ideológica e ferozes defensores de suas secretas perversões, amparados no identitarismo salvador do deus-Marx.
Antes de dar atenção à tais doentes, prestemos um merecido tributo a Olavo de Carvalho.
Walter Biancardine
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